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Lançado no verão de 1958 como modelo top de linha, logo se destacou nos folhetos da GM, que evidenciavam sua beleza, luxo e conforto. O comprador podia escolher entre três opções de motorização, desde os seis cilindros ao fantástico 348 V8 que, por sua vez, podia chegar aos 315 cv brutos.
Quanto vale a exclusividade? Veja bem, não estou falando de valores financeiros. Essa idéia de possuir algo cuja produção é limitada vem atraindo a atenção das pessoas há séculos. Relógios e canetas são dois exemplos conhecidos. Com o advento dos carros a idéia das séries especiais parece ter sido a chave para transformar modelos exclusivos em versões ainda mais exclusivas.
Através do blog venho fazendo minha parte no resgate de máquinas preciosas que fizeram parte da vida de muitas pessoas. O ensaio duplo com o Malzoni GT e o Puma GT, ícones nacionais, me deixou – sem trocadilhos – duplamente feliz. Os exemplares, equipados com motores DKW de dois tempos, são sobreviventes de uma época única, repleta de romantismo.
Potência, estilo e esportividade. Essas são qualidades que os apaixonados por automóveis estão sempre buscando em veículos clássicos ou modernos. Alguns deles, porém, conseguem reunir essas três características de uma só vez. É o caso do Porsche 911 Turbo 1975 das fotos, também chamado de 930. O leitor vai entender o porquê nos próximos parágrafos.
Nessa semana o destaque vai para um belo 911 de 1974. Nesse ano o esportivo sofreu algumas alterações importantes. Uma delas – e que interessa a todos os apaixonados por performance – foi o aumento de cilindrada para 2,7 litros, despejando 150 cv brutos de potência. Outra característica que merece atenção foi a adoção da injeção eletrônica Bosch K-Jetronic, bem como uma mudança sutil – mas cheia de estilo – nos pára-choques.
A história desse modelo nasceu da necessidade da empresa de homologar seus propulsores para disputar a temporada de Fórmula 2. O motor, por outro lado, foi desenvolvido bem antes, na década de 50, obra de Vittorio Jano e Alfredino Ferrari, que morreu logo após o desfecho do projeto.
O exemplar, ano 1996, exala esportividade. “Ele tem apenas 19.000 km”, salienta o dono. O motorista se acomoda com folga e pode apreciar o painel, baseado nos clássicos conversíveis da empresa. Ao girar a chave, o motor V6, de 3,0 litros e quase 200 cv brutos se apresenta.
O exemplar das fotos é um GT 1995, raro por trazer todos os opcionais disponíveis naquele ano, incluindo as rodas de 17 polegadas, toca-fitas e CD player no painel e o sistema de som Mach 460.
“Vamos acabar com essa brincadeira de carro esporte com menos de 200 hp”. Essas palavras impressas no catálogo de propaganda do Dodge Charger R/T significavam muito mais do que uma chamada agressiva. Em 1973 a empresa queria mesmo é que o apaixonado por velocidade sentisse a força – e o status – do V8.
É um pássaro? É um avião? Não, é um Hofstetter, o fora-de-série nacional diferente de tudo que o pessoal estava acostumado a ver nos anos 80. Visual arrojado, ronco grave e as portas…

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